Polícia apura se o suspeito participou diretamente de assalto ao carro-forte ou se ele teria dado apoio logístico ao grupo
Imirante
16/08/2026
Um suspeito de envolvimento no assalto e explosão a um carro-forte ocorrido na região de Capinzal do Norte foi preso nesse sábado (15). A prisão aconteceu no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), segundo a Polícia Civil do Maranhão (PCMA).
Suspeito deixa o Maranhão, passa por dois Estados e é preso em aeroporto de Campinas
Contra o investigado havia um mandado de prisão temporária. Segundo a Polícia Civil, ele foi localizado após um trabalho de inteligência realizado pelo Departamento de Combate ao Roubo a Instituições Financeiras (Dcrif/Seic), que identificou seu deslocamento para outros estados após o crime.
As investigações apontam que o suspeito teria deixado o Maranhão e seguido para Teresina (PI). De lá, embarcou para Recife (PE) e depois para Campinas (SP), onde foi preso.
Suspeito teria dado apoio logístico a grupo durante assalto, diz investigação
De acordo com a PCMA, nesta fase da investigação, o homem é apontado como possível auxiliar dos executores do roubo, com indícios de que teria prestado apoio logístico ao grupo criminoso. A polícia também apura uma possível participação direta na ação, circunstância que ainda está sendo investigada.
De acordo com as informações levantadas pelos investigadores, o suspeito teria saído do Rio de Janeiro com destino ao Maranhão cerca de um mês antes do roubo e deixado a região logo depois do crime.
Ataque a carro-forte ocorreu na BR-135
O assalto aconteceu na tarde de quinta-feira (13), na BR-135, nas proximidades do povoado Santa Rosa, na região de Capinzal do Norte.
Criminosos armados abordaram o carro-forte da Prosegur, efetuaram disparos contra o veículo e utilizaram explosivos para abrir o compartimento onde era transportado o dinheiro.
Após a ação, o grupo fugiu. Desde então, a Polícia Civil realiza diligências para identificar os envolvidos, os veículos usados no crime, as rotas de fuga e possíveis locais utilizados como apoio.
Segundo a polícia, a prisão temporária permitirá aprofundar as investigações, reunir novos elementos e verificar qual teria sido a participação do investigado no planejamento, na logística e na execução do assalto. As diligências continuam.
