Os novos valores não chegam de forma imediata ao consumidor, já que farmácias e fabricantes podem aplicar os aumentos gradualmente
Redação
30/03/2026
Os preços dos medicamentos no Brasil devem ser reajustados a partir de 1° de abril, conforme as regras de regulação do setor farmacêutico. O aumento máximo permitido é de 3,81%.
Apesar disso, a elevação média prevista é menor, em torno de 1,95%, ficando abaixo da inflação acumulada nos últimos 12 meses.
O reajuste ainda precisa de autorização formal do governo federal. Depois da liberação, os novos valores não chegam de forma imediata ao consumidor, já que farmácias e fabricantes podem aplicar os aumentos gradualmente.
Percentual varia conforme concorrência
O índice de reajuste não será o mesmo para todos os medicamentos. A definição leva em conta o nível de concorrência no mercado:
• Medicamentos com maior concorrência podem ter aumento de até 3,81%
• Produtos com concorrência intermediária podem subir até 2,47%
• Remédios com menor concorrência terão reajuste limitado a 1,13%
Nem todos entram na regra
A regra não vale para todos os tipos de medicamentos. Ficam fora, por exemplo, produtos fitoterápicos, homeopáticos e parte dos remédios vendidos sem prescrição médica, especialmente aqueles com grande oferta no mercado.
Impacto será gradual
O consumidor não deve sentir o aumento de uma só vez. Como a aplicação dos novos preços pode ocorrer em momentos diferentes, é possível encontrar variações entre farmácias nas próximas semanas.
A orientação é pesquisar antes de comprar, principalmente no caso de medicamentos de uso contínuo, já que ainda pode haver diferenças de preços durante o período de transição.
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